Adipose tissue-derived stem cells: a new approach to the treatment of Crohn's disease-associated perianal fistulae

Citation data:

Journal of Coloproctology, ISSN: 2237-9363, Vol: 38, Issue: 3, Page: 240-245

Publication Year:
2018
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DOI:
10.1016/j.jcol.2018.03.004
Author(s):
Mónica Maria Ramos Tavares; Laura Elisabete Ribeiro Barbosa
Publisher(s):
Elsevier BV; Sociedade Brasileira de Coloproctologia
Tags:
Medicine
review description
Crohn's disease has an ever-increasing prevalence and incidence, with about 20% of patients developing perianal fistula with significant impact on their quality of life. Despite the medical and surgical treatments currently used, Crohn's-related fistula treatment continues to pose a challenge due to the low rates of efficacy associated with high recurrence rates. Recent clinical trials have shown promising results regarding safety and efficacy of local treatment of this condition with the use of adipose tissue-derived mesenchymal stem cells. Besides being pluripotent and poorly immunogenic, they have immunomodulatory and anti-inflammatory properties, which combined, may accelerate healing. Our main objective is to summarize the clinical trials we found, highlighting the efficacy rates of this therapy and the main limitations we found in the analysis of the results. We conclude that, in perianal fistulas refractory to conventional therapies, the treatment with adipose tissue-derived mesenchymal cells is safe with promising results that may change the current paradigm of Crohn's related fistula treatment. A incidência e a prevalência da doença de Crohn têm aumentado e, ao longo do decurso da doença, cerca de 20% dos doentes irão desenvolver fístulas perianais com impacto significativo na sua qualidade de vida. Apesar dos tratamentos médicos e cirúrgicos utilizados atualmente, o tratamento destas fístulas continua a constituir um desafio com baixas taxas de eficácia e com elevadas taxas de recorrência. Ensaios clínicos recentes têm demonstrado resultados promissores em termos de segurança e eficácia de tratamentos locais destas fístulas com o recurso a células estaminais mesenquimatosas derivadas do tecido adiposo que, além de pluripotentes e pouco imunogênicas, têm capacidades imunomoduladoras e anti-inflamatórias capazes de promover o processo de cicatrização. O objetivo desta revisão sistemática é sumarizar os ensaios clínicos encontrados, realçando as taxas de eficácia desta terapêutica e as principais limitações na análise dos resultados. Concluímos que, nas fístulas perianais refratárias ás terapias convencionais, o tratamento com com celulas estaminais mesenquimatosas derivadas do tecido adiposo é seguro e com resultados promissores que podem mudar o paradigma atual do tratamento das fistulas complexas associadas à Doença de Crohn.